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Uma só aula de spinning pode deixar xixi preto e levar para UTI? Entenda a rabdomiólise, efeito tóxico do exercício intenso

Por Terra Brasil
10/nov/2023
Em Esportes, Saúde
Reprodução

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Kamila Rigobeli teve de ser internada após uma lesão muscular aguda que fez com que o corpo liberasse muitas enzimas, sobrecarregando o rim. Doença pode acontecer com qualquer pessoa que pratica atividade física sem preparo.

Uma única aula experimental de spinning levou a influenciadora Kamila Rigobeli para a UTI: ela sofreu o efeito tóxico do exercício intenso quando praticado por pessoas que ainda não estão preparadas. Em um vídeo postado nas redes sociais, Kamila conta que foi à aula com uma amiga e sentiu desconforto logo na saída. Nos dias seguintes, teve muita dor e precisou de internação depois que seu xixi ficou preto. 

Segundo os médicos, a influenciadora teve uma rabdomiólise, que é uma doença que ocorre pela reação do corpo a uma lesão muscular grave. O g1 consultou especialistas para entender como isso acontece e se pode acometer qualquer pessoa.

 

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Como acontece a rabdomiólise? 

 

Segundo Karina Hatano, médica do esporte do Espaço Einstein, do Hospital Albert Einstein, a doença acontece por uma lesão muscular aguda. 

🏋️ Toda vez que treinamos o nosso músculo “quebra” e essa quebra gera enzimas que são metabolizadas pelo fígado e pelo rim. A rabdomiólise acontece quando a lesão é tão grande e gera a substância em tanta quantidade que o organismo não está preparado para receber. 

Quando treinamos muito intensamente, o músculo quebra mais e consequentemente os rins têm que filtrar mais. Isso gera um quadro de insuficiência aguda, as toxinas aumentam e a pessoa pode precisar de diálise ou até chegar a morte. 

— Karina Hatano, médica do esporte e reabilitação 

 

Pode acontecer com qualquer pessoa?

 

O médico Fabrício Buzatto, membro da sociedade brasileira de Medicina do Exército e do Esporte (SBMEE) explica que depende do condicionamento físico e exposição a atividades intensas. 

Segundo Buzatto, apesar disso, as pessoas sedentárias e iniciantes estão mais expostas, já que atletas geralmente tem o acompanhamento do desgaste do corpo antes de chegar a doença. 

“Pode ocorrer com pessoas que nunca fizeram exercício, não estão com os exames em dia, e se submetem a exercícios exaustivos, com uma sobrecarga muito grande da musculatura e ter sempre orientação profissional”, explica. 

Spinning é atividade física em alta — Foto: William Fernando Martinez/AP

Spinning é atividade física em alta — Foto: William Fernando Martinez/AP 

 

O risco é só para pessoas que praticam spinning?

 

Os especialistas dizem que não e que qualquer atividade intensa, sem o preparo, alimentação e hidratação adequada, podem causar a doença. Isso inclui: crossfit, funcional, aulas de spinning, futebol e até musculação. 

A médica do Einsten, Karina Hatano, explica que fica comum em atividades que entram “na moda” porque muitas pessoas sem preparo começam a praticar e acabam expondo o corpo a uma intensidade para a qual não estava preparada. 

Todo treino que tem uma carga muito intensa, sem hidratação, o rim não dá conta de filtrar os metabólitos depois da lesão. Isso independe da atividade, é uma questão de intensidade. 

— Karina Hatano, médica do Einsten 

 

O que fazer para evitar?

 

O médico Fabrício Buzatto explica que o principal é não tentar atividades intensas se era uma pessoa sedentária e não forçar além do que pode suportar. Além disso, reforça que a hidratação antes e depois do exercício é uma questão importante. 

Quando essas enzimas aumentam no sangue o importante é se manter bem hidratado para que o rim possa filtrar de forma eficaz, sem causar toxicidade. 

— Fabrício Buzatto, médico do esporte 

Hatano alerta que as pessoas redobrem os cuidados com atividades que desidratam, em ambientes quentes, como o Hot Yoga, e que de forma alguma é um alerta para não fazer exercícios físicos. 

“Para não ter essa doença e tantas outras, a resposta é fazer atividade física. Um corpo com preparo, não vai passar por isso. O segredo é ter equilíbrio, começando com moderação, e com acompanhamento de um profissional e médico”, diz.

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