• Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
sábado, 31 de janeiro de 2026
Terra Brasil Notícias
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Conecte-se
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Sem resultado
Veja todos os resultados
Terra Brasil Notícias
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
Início Guerra

Saiba quem era Issam Abdallah, jornalista da Reuters morto em bombardeio

Por Terra Brasil
14/out/2023
Em Guerra, Mundo
Reprodução/Twitter/@LbIssam.

Reprodução/Twitter/@LbIssam.

EnviarEnviarCompartilharCompartilhar

Jornalista da agência de notícia Reuters morto aos 37 anos nesta sexta-feira (13) em um bombardeio no sul do Líbano, Issam Abdallah era um profissional experiente e apaixonado pelo seu trabalho —e também por motos e gastronomia. “Motocicleta, comida e notícias”, é como ele se descreve no X (antigo Twitter).

Ele era integrante de um motoclube libanês e fazia longas viagens em sua moto BMW pelo país e por regiões vizinhas. Numa delas, chegou a percorrer 320 quilômetros em quase sete horas pilotando. Também gostava muito de gatos e postou em suas redes vídeos de resgate de alguns bichanos em situação de perigo, além de publicar com frequência imagens de gatinhos aleatórios.

Fã do cantor sírio-libanes George Wassouf, uma das estrelas da música árabe contemporânea, Issam se orgulhava da cultura e da gastronomia de seu país. Fotógrafo e cinegrafista, não economizava em imagens de pratos típicos libaneses, chegando a publicar pequenos vídeos em que prepara iguarias locais. Em outros, aparece comendo e brindando, feliz, junto a amigos em bares e restaurantes do Líbano, e em festivais de gastronomia de outros países.

Leia Também

Nova lei em vigor desde terça-feira aplica multa de R$ 2.100 a quem leva garupa na moto para coibir crimes violentos

Quanto custa passar transformar um cruzeiro em moradia e mudar por completo seu estilo de vida

Quanto custa morar em Portugal em 2026 exige renda mínima menor do que muitos brasileiros imaginam

Algumas horas antes de sua morte, às 11h42, o jornalista gravou um vídeo de uma das explosões no Sul do Líbano, na divisa com Israel. Às 15h57, a Reuters anunciou sua morte. Esse foi só um dos registros do profissional nesta região, que ele conhecia tão bem.

Issam era profissional da Reuters desde 2007 e cobriu eventos marcantes, como o terremoto na Turquia, em fevereiro passado, e a Guerra da Ucrânia. O Líbano era a sua verdadeira base, onde nasceu, estudou e também morreu. No momento do ataque, ele fazia uma transmissão ao vivo para a agência de notícias em um comboio ao lado de jornalistas da rede qatari Al Jazeera e da AFP.

Salon Beyrouth, gastrobar frequentado por Issam e um de seus restaurantes preferidos na cidade, declarou luto de três dias e ficará fechado até a próxima segunda-feira, reabrindo no dia seguinte.

Colegas de profissão exaltam a experiência profissional de Abadallah, e também o prazer com que fazia seu trabalho. “Você não conhecia o Issam, mas conhecia o trabalho dele. O link dele da explosão de Beirute há 3 anos foi usado por mais de 600 TVs. Ele levou a você informação rigorosa em dezenas de coberturas na maior agência de notícias do mundo”, postou o jornalista brasileiro Fernando Kallás.

Ueslei Marcelino, fotógrafo da mesma agência, postou uma homenagem a Issam. Eles se conheceram em 2022 e cobriram a guerra da Ucrânia juntos.

“Nos encontramos em Odesa, o clima era tenso, mas ele me acolheu de uma forma muito profissional, respeitosa e carinhosa. Ele foi sempre cordial comigo. O cara era bem humorado demais, sorriamos sempre que era possível”, começou, e deu detalhes da última conversa com o amigo por meio de uma chamada de vídeo.

“Começamos a conversa e ele foi logo fazendo questão de mostrar o adesivo da bandeira do Brasil que colou no seu computador ainda na Ucrânia. Falamos sobre o trabalho, a empresa e amenidades. Sorrimos e nos despedimos. Uns dias depois me mandou um áudio me dando parabéns por meu aniversário. Eu não sabia que essa era a nossa última conversa. A guerra é cruel para todos, mas é mais ainda para quem morre nela.”

Na Globonews, o correspondente Guga Chacra ressaltou a surpresa que colegas tiveram com a morte de Issam: “Ele estava acostumado, então é muito surpreendente que tenha sido alvo deste ataque”. “Ele conhece muito. Já deve ter ido dezenas, talvez centenas de vezes ao Sul do Líbano fazer reportagens”.

Fonte: F5/Folha de São Paulo.

EnviarCompartilharTweet93Compartilhar148
ANTERIOR

Grande franquia mundial enfrenta boicote por apoio de sindicato à Palestina; Saiba mais

PRÓXIMO

‘Batidas no telhado’: Saiba o que é essa técnica usada por Israel antes de bombardeios em Gaza

grupo whatsapp

© 2023 Terra Brasil Notícias

Bem-vindo!

Faça login na conta

Lembrar senha

Retrieve your password

Insira os detalhes para redefinir a senha

Conectar
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Geral
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Mundo
  • Tecnologia
  • Policial
  • Governo
  • Saúde
  • Educação
  • Justiça
  • Contato
    • Contato
    • Política Privacidade
    • Termos de Uso
  • Conecte-se