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Início Bolsonaro

Em mais uma ação sobre inelegibilidade de Bolsonaro, TSE apura atuação de intérprete de libras

Por Terra Brasil
01/set/2023
Em Bolsonaro, Justiça
Reprodução

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Corregedor da Justiça Eleitoral determinou a investigação da contratação de Elizângela Castelo Branco, que participava das lives do ex-presidente. Pedido do PDT questiona a legalidade do uso de bens públicos

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) avançou nesta sexta-feira (1º) em mais uma ação que pede a inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro. 

 

O corregedor-geral Eleitoral, Benedito Gonçalves, determinou investigação sobre a contratação de Elizângela Castelo Branco, intérprete de libras que participava das lives de Bolsonaro. O ministro também determinou a tomada de depoimento de Elizângela. 

O objetivo é esclarecer qual foi o papel desempenhado por ela em uma live em setembro do ano passado, feita diretamente da residência oficial do Palácio da Alvorada, quando Bolsonaro era candidato à reeleição. 

A ação movida pelo PDT na Justiça Eleitoral questiona o uso bens públicos e de serviços custeados pelo governo para a realização, transmissão e gravação de um evento de caráter eleitoral. 

Segundo a ação do PDT, Bolsonaro, acompanhado da intérprete, tratou de assuntos direta e indiretamente relacionados à eleição e, ao final, promoveu o que denominou de “horário eleitoral gratuito” em favor de diversos aliados. 

O partido alega que houve abuso de poder político, por causa do desvio de finalidade na realização de live. 

O ministro deu prazo para a Casa Civil prestar informações sobre a contratação da intérprete para prestar serviços à Presidência.

Técnicos do TSE também vão cruzar dados para saber se há registro de doação em dinheiro realizada por Elizângela nas prestações de contas da campanha de Bolsonaro e do PL. A defesa de Bolsonaro afirmou ao TSE que a participação dela foi voluntária. 

 

Se a participação foi mesmo voluntária, o corregedor entende que isso tenha que estar registrado nas contas da campanha. 

Gonçalves afirmou que, “caso a prestação de serviços tenha se realizado de modo voluntário, tal como alegado pelos investigados, presume-se que a doação estimável em dinheiro tenha sido formalizada e registrada na prestação de contas de campanha de Jair Messias Bolsonaro ou do partido Liberal “.

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