Inquisição: Esquerda massacra evangélicos no RN após fala de pastor pedindo para não ter petismo e nem bolsonarismo na igreja: “aqui a igreja é de Jesus”

Inquisição: Esquerda massacra evangélicos no RN após fala de pastor pedindo para não ter petismo e nem bolsonarismo na igreja: “aqui a igreja é de Jesus”

A política tem se mostrado cada vez mais presente nas igrejas evangélicas, o movimento era visto com muita ênfase na igreja católica com a chamada teologia da libertação, um movimento de esquerda que tomou conta da igreja de Roma principalmente a partir dos anos 80, esse movimento passou a ser inocundado nas igrejas protestantes e hoje o radicalismo político preocupa os seus dirigentes.

No último dia 14, o pastor presidente Francisco Cícero de Miranda, da Igreja Assembleia de Deus em Mossoró, em um culto de doutrina (ensinamento), orientou os fies que se dizem petistas ou bolsonaristas que procurem a Jesus para exaltar ou procurem outra igreja, isso irritou a esquerda do estado e houve um levante contra a igreja por parte dos políticos e fies de esquerda, a imprensa de esquerda também fez ataques deliberados ao pastor que tem o direito constitucional de orientar seus fies de acordo com a constituição com a liberdade de culto que é uma cláusula pétrea, sendo a imunidade religiosa uma das garantidoras desse direito pétreo. Por sua vez, a liberdade religiosa é uma maneira de expressar a capacidade de consciência, onde, conforme suas convicções e crenças, o indivíduo tem o direito de escolher sua religião ou não.

O bombardeio maciço dos “progressistas” contra líderes religiosos que declararam apoio a Jair Bolsonaro (PL) tem um proposito: enfraquecer a posição da igreja no cenário político local.

A indignação seletiva é visível. Padres podem se posicionar politicamente, atacar líderes políticos e representantes com cargos, em missas e festividades de padroeiras, mas as igrejas evangélicas, não. Neste ponto, a Igreja Evangélica é “cancelada” por misturar política e região.

Essa tática da esquerda terá reflexos significativos nas eleições de 2024. Para o bem ou para o mal. A esquerda entende que as Igrejas Evangélicas, principalmente os assemblianos, representam uma ameaça ao plano de expansão e dominação Marxista na esfera municipal. Na esfera federal e estadual, ou seja, a igreja evangélica é um calo no sapato dos idealistas que tentam impor suas vontades e doutrinas vãs.



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