Estados Unidos têm mais de 1,2 mil voos cancelados por conta do furacão Ian

Estados Unidos têm mais de 1,2 mil voos cancelados por conta do furacão Ian

Aeroporto Internacional de Orlando, na Flórida, suspendeu 90% das decolagens programadas para esta quinta-feira

A chegada do furacão Ian ao estado da Flórida, nos Estados Unidos, tem gerado transtornos a quem tem passagens áreasprogramadas para os próximos dias. Só nesta quinta-feira, mais de 1,2 mil voos foram cancelados em todo o país, de acordo com o site FlightAware. Na plataforma, que rastreia decolagens em tempo real, o maior número de cancelamentos foi registrado em cidades do sudeste americano.

Aeroporto Internacional de Orlando foi o recordista de suspensões, com 414 viagens desmarcadas. O número representa 94% dos voos previstos para hoje. Em comunicado publicado no site do aeroporto, os passageiros foram informados sobre a interrupção de operações devido à tempestade.

No ranking, logo em seguida, aparece o Aeroporto Internacional de Tampa, com 92% dos deslocamentos aéreos suspensos. Ao todo, foram 189 embarques interrompidos. Nos canais oficiais de comunicação, o aeroporto afirmou que paralisou todas as atividades por questões de segurança.

Aeroporto Internacional do Sudoeste da Flórida informou o fechamento da unidade. “Estamos trabalhando para avaliar os danos às instalações e propriedades do aeroporto. Divulgaremos as informações o mais rápido possível. Todos os voos foram cancelados hoje, 29 de setembro”, notifica o alerta no site.

De acordo com o jornal americano The Washington Post, o Aeroporto Internacional de Jacksonville também fechou o terminal e cancelou todos os voos programados para esta quinta.

Nesta quarta-feira, brasileiros já haviam relatado problemas em voltar para o Brasil por causa das centenas de voos cancelados em Orlando. Além dos aeroportos, parques temáticos da Disney e da Universal também foram fechados devido às condições climáticas.

O furacão Ian vem causando estragos na região. Nesta quarta, mais de 2 milhões de moradores da Flórida ficaram sem energia elétrica. Antes de chegar aos Estados Unidos, ele já havia devastado o oeste de Cuba. No país latino, o fenômeno deixou mais de 40 mil pessoas desabrigadas.




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