Quase metade das agências de turismo têm faturamento superior aos índices pré-covid

Estudo divulgado pela Braztoa faz comparação com números entre 2019 e 2022.

Após dois anos de intensas restrições em razão da pandemia de covid-19, os brasileiros têm como uma das prioridades conhecer novos destinos. É o que diz um levantamento encomendado pela Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa).

De acordo com a sondagem, 4 em cada 10 agências de turismo no país registraram um faturamento maior no segundo trimestre de 2022, em comparação aos mesmos três meses em 2019, quando ainda não existia o coronavírus.

Enquanto isso, no primeiro trimestre deste ano, somente 14% das empresas do setor conseguiram um desempenho acima dos primeiros três meses de 2019, quando o faturamento foi de cerca de R$ 4 bilhões.

Quando levados em consideração os números de 2021, o resultado das agências de turismo neste ano é ainda mais expressivo. Mais de 80% dos empreendimentos ultrapassaram os valores faturados no primeiro trimestre de 2022.

Conforme a pesquisa, 56% das viagens feitas pelos brasileiros têm como destino final regiões dentro do país. São 44% para o exterior, representando uma aproximação histórica entre os dois índices.

No ranking de destinos nacionais, Maceió, Natal e São Paulo ocupam a primeira colocação, logo depois aparecem Fortaleza, Salvador e Gramado em segundo. Em terceiro lugar estão os Lençóis Maranhenses.

No quesito internacional, Portugal ficou em primeiro lugar, seguido de Orlando, nos EUA, e Argentina, que dividem a segunda posição. Já Cancun, no México, e Chile figuraram em terceiro no ranking.

“Os dados mostram que as expectativas positivas do setor se concretizam mês a mês e que a atuação das operadoras, focada em oferecer as melhores alternativas aos seus clientes, seja em novas opções de destinos para a viagem, até as facilitações de aquisição com parcelamentos. A vacinação contra a covid também é responsável por fazer nosso segmento melhorar e continuar trazendo indicativos surpreendentes”, considerou Roberto Nedelciu, presidente da Braztoa.




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