Saiba qual o novo medicamento para insônia que está em análise pela Anvisa

Saiba qual o novo medicamento para insônia que está em análise pela Anvisa

O stress não ajuda em nada a qualidade de sono da Daiane. Ela é manicure e dorme em média quatro horas por noite. “Eu trabalho cuido do meu filho me preparo para dormir, não consigo, quando eu vou conseguir eu durmo aproximadamente de 2 a 4 horas por noite”, reclama Daiane. Isso quando ela dorme. Ela já chegou a passar um dia inteiro sem dormir. “Quando chegou esse momento, que eu fiquei essas 24 horas acordada, ai eu fiquei assustada”, contou.

Após meses maltratando as horas que deveriam ser de descanso, Daiane decidiu procurar ajuda. Os tratamentos para insônia podem variar. Em situações crônicas, inclusive, os sintomas levam à necessidade de usar medicamentos. Nos Estados Unidos, um novo remédio aprovado pela agência reguladora americana, conhecido como Lemborexant, foi avaliado como o melhor para problemas de sono. Aqui no Brasil, a liberação é feita pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Segundo este órgão, o medicamento ainda está em análise. A informação é do SBT News.

Efeito

A maneira de agir no organismo é o principal diferencial do Lemborexant. Ele atua no cérebro em uma área conhecida como “hipocretina”, um conjunto de neurotransmissores que se ligam aos receptores que mantém  o corpo “acordado”. O novo medicamento pode ser benéfico para quem busca melhorar a qualidade de vida.

Dados da Associação Brasileira do Sono mostram que mais de 73 milhões de brasileiros sofrem de insônia. Mas – vale reforçar – que o tratamento deve ser feito com acompanhamento médico. “Toda medicação que é nova, ela vem de forma nova, ela requer um certo cuidado. A gente avalia com bastante cuidado, porque os efeitos colaterais existem e a medicação deve ser indicada para um indivíduo de forma muito específica”, avalia Danilo Sguillar, médico especializado no assunto. E ele não descarta que o tratamento possa ter combinações de diferentes terapias: “Procurar o médico nesse processo é fundamental, para que ele defina essas diversas formas de tratamento, tanto medicamentosa, tanto essa terapia que a gente pode instituir para esse paciente”.




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