Críticos de esquerda não aceitam característica máscula de personagem Maverick, interpretado por Tom Cruise: “Está com excesso de testosterona”

Críticos de esquerda não aceitam característica máscula de personagem Maverick, interpretado por Tom Cruise: “Está com excesso de testosterona”

O filme “Top Gun: Maverick” vem sendo rotulado
de maneira negativa por alguns críticos esquerdistas porque
traz na tela maior do cinema todo o universo
masculino – com suas características
conhecidas – que a militância detona.

Trinta e seis anos depois do filme original, a
sequência ainda mostra um Maverick
(interpretado por Tom Cruise) audaz,
intempestivo, eficiente e extremamente
competitivo.

Talvez alguns críticos culturais sonhassem com
um piloto Maverick atualizado, de acordo com a
cartilha da militância do século 21, lidando com
questões de gênero, minorias LGBTQ+ e fazendo
discursos contundentes contra a transfobia.

Nada disso vai acontecer. Maverick resgata a
masculinidade de uma América que era segura
de si mesma, forte, próspera e sem pedir
desculpas ao mundo por ser assim.




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