Bolsonaro, a esperança do fim do aparelhamento das instituições

Bolsonaro, a esperança do fim do aparelhamento das instituições

O aparelhamento das instituições teve seu ponto alto em 2021, com sabotagens ao governo Bolsonaro, funcionários de carreira militantes estavam impregnados em toda máquina pública, na primeira oportunidade eles sabotavam o governo, desde demissões conjuntas no INEP até boicotes em agências autônomas reguladoras, o que se viu foi o plano de 16 anos de aparelhamento do PT nas instituições posto em prática, aliás, o governo de esquerda nesse período seguiu a cartilha marxista a risca, “comprou” o funcionalismo público com a melhoria salarial em pontos estratégicos, nomeou juízes alinhados com seus ideias para as cortes superiores, tudo isso fez o governo Bolsonaro sangrar.

Mas aos poucos o jogo foi mudando, sabotadores foram sendo descobertos, com o passar dos dias o jogo foi mudando o peso da balança, que estava totalmente descompensada, novas nomeações, novos juízes, novas realidades foram mostradas ao Brasil, foi desnudado, pelo menos em parte, a verdadeira face dos que queriam destruir o governo para que a antiga claque voltasse, foi um ano difícil onde uma pandemia foi usada como arma política para desestabilizar governos e pessoas, com resiliência incrível, Bolsonaro resistiu, atacou quando deveria e recuou no momento certo, se vier a reeleição em 2022, Bolsonaro deverá deixar o país mais estável e mais justo ideologicamente, todos poderão brigar por seus ideias sem ter que conviver com aberrações vistas por governadores e prefeitos que se sentiram ditadores de republiquetas, onde prendiam pessoas com suas tropas pretorianas, simplesmente por tomar banho na praia, 2022 promete ser um ano acalorado na política e que será decisivo para o futuro dos próximos 20 anos no Brasil.




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