“Nós tiramos o Brasil da esquerda”, diz Bolsonaro ao se filiar ao PL em Brasília

“Nós tiramos o Brasil da esquerda”, diz Bolsonaro ao se filiar ao PL em Brasília

Após dois anos sem partido, o presidente Jair Bolsonaro (PL) oficializou nesta terça-feira, 30 de novembro (30/11), sua filiação ao Partido Liberal (PL). O evento ocorreu nesta manhã, no auditório do Complexo Brasil 21, em Brasília, espaço que comporta até 300 pessoas. Durante discurso, o presidente exaltou ministros e aliados e ressaltou que sua gestão e seus aliados “tiraram o Brasil da esquerda”.

Antes de discursar, o presidente pediu que o deputado federal Marcos Feliciano (PL-SP) fizesse uma oração. “Não estamos aqui lançando ninguém a cargo nenhum. É uma passagem para que possamos pleitear algo lá na frente. Estou me sentindo em casa”, afirmou Bolsonaro.

Segundo Bolsonaro, seu governo procurou compor com grupos para servir a todas as pessoas. “O Tarcísio (Infraestrutura) não é meu ministro, é ministro do Brasil. Deixar bem claro, eu e Valdemar (presidente do PL) não vamos decidir as coisas sozinhos, em grande parte, nossas decisões serão coletivas”, disse citando ministros e lideranças políticas próximas ao governo.

E seguiu: “Nós tiramos o Brasil da esquerda. Olha para onde estávamos indo, olha para onde foram outros países como Venezuela. Não queremos isso. Temos aqui um bem que defendemos que é a nossa liberdade (…) O Brasil estando bem, nós estaremos bem e não o contrário. Temos um exemplo que não queremos seguir na nossa Pátria. Quem anda pelo Brasil vê as cores verde e amarela predominando sobre o vermelho. Conseguimos fazer brotar no coração do brasileiro o sentimento de patriotismo”, disse.

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou que ainda faltava um nome que representasse o projeto do partido para o Brasil e que a filiação de Bolsonaro acrescentaria nesse contexto.

Estiveram presentes o presidente da Câmara dos Deputados Arthur Lira (PP-AL) e diversos ministros de governo e lideranças políticas como Ciro Nogueira (Casa Civil), Paulo Guedes (Economia) Onyx Lorenzoni, Flávia Arruda (Segov) e Fábio Faria (Comunicações), além dos filhos do presidente, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o senador Flávio Bolsonaro.




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