Cotado para o STF, o presidente do STJ alfineta o “terrivelmente evangélico” e dispara: “sou terrivelmente pecador”

Cotado para o STF, o presidente do STJ alfineta o “terrivelmente evangélico” e dispara: “sou terrivelmente pecador”

Nome que costuma aparecer como alternativa para a vaga em aberto no Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Humberto Martins, disse que é evangélico e “terrivelmente pecador”. Martins preside o STJ desde agosto de 2020 e está na Corte desde 2006, nomeado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele tem 65 anos e é adventista.

Após participar de um evento no Palácio do Planalto na tarde desta quarta-feira (20/10), ao lado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), Martins foi questionado por jornalistas se seria classificado como “terrivelmente evangélico”, ao que respondeu:

“Eu sou evangélico, mas com certeza eu sou terrivelmente pecador, porque eu olho para a cruz e peço a Deus que perdoe meus pecados. No momento em que eu digo que sou terrivelmente evangélico, se eu fosse realmente terrivelmente, eu não seria terrivelmente evangélico, eu seria fervorosamente evangélico, porque o evangélico é maravilhoso.”

Na campanha presidencial de 2018, Bolsonaro prometeu a líderes religiosos indicar para uma vaga na Suprema Corte um ministro “terrivelmente evangélico”.

O ex-advogado-geral da União André Mendonçafoi indicado para a vaga do ex-ministro Marco Aurélio Mello, em 13 de julho. Desde 19 de agosto, a indicação está na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa, onde não teve nem mesmo relator designado por Davi Alcolumbre (DEM-AP), presidente do colegiado.

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