Biden não vai afastar diretora do FMI acusada de favorecer a China

Biden não vai afastar diretora do FMI acusada de favorecer a China

A Casa Branca comunicou aos membros do Fundo Monetário Internacional (FMI) que não vai pedir o afastamento de Kristalina Georgieva, diretora-geral do FMI. A executiva supostamente favoreceu o Partido Comunista da China. Georgieva teria manipulado dados para um relatório do Banco Mundial que ajudaria a ditadura.

O posicionamento do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, foi transmitido durante deliberações em uma reunião de gabinete, na segunda-feira 11. A postura do democrata abre caminho para a manutenção da executiva búlgara no cargo. É o que informaram fontes anônimas à agência de notícias Bloomberg, que participaram do encontro com Joe Biden.

Hoje, o conselho executivo do FMI tem 24 diretores representando os 190 países membros. Os EUA são o maior cotista do FMI e do Banco Mundial e classificaram as acusações de “sérias” quando elas surgiram. Havia um debate na Casa Branca sobre pressionar ou não a executiva a renunciar. Contudo, agora, tudo indica que são águas passadas.

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