Oito estados dos EUA têm leis contra atletas trans em esportes femininos

Oito estados dos EUA têm leis contra atletas trans em esportes femininos

O rapper Zuby nunca foi atleta profissional. Mas, de alguma forma, ele detém o recorde britânico de levantamento de peso na categoria feminina. Em 2019, logo após se declarar mulher, ele ergueu 238 quilos, acima das marcas alcançadas pelas atletas mulher de seu país. Embora a atitude de Zuby tenha sido uma provocação irônica, a questão levantada por ele é séria: por causa das vantagens biológicas inaptas, homens têm uma superioridade física sobre as mulheres. E esta vantagem permanece mesmo quando a chamada “identidade de gênero” muda. As informações são da Gazeta do Povo.

Para evitar essas distorções, um número crescente de estados americanos passou a apreciar projetos de lei que impeçam a presença de pessoas biologicamente do sexo masculino participem de esportes femininos no âmbito escolar. Oito estados já têm leis desse tipo em vigor: Alabama, Arkansas, Mississippi, Montana, Tennessee, Virgínia Ocidental, Idaho e Flórida. Em todos os casos, a legislação foi aprovada neste ano, depois que o governo federal – sob o comando de Joe Biden – passou a pressionar pelos chamados direitos trans.

A Flórida foi o estado mais recente a implementar uma lei assegurando que os atletas escolares são obrigados a competir com pessoas do mesmo sexo biológico, independentemente da identidade de gênero. “Como um pai de duas garotas, eu quero que minhas filhas, e qualquer menina na Flórida, compita em pé de igualdade pelas oportunidades disponíveis para as mulheres jovens nos esportes”, disse Ron de Santis, governador republicano, em 21 de junho, ao sancionar a lei. A proposta havia sido aprovada por 77 votos a 40.

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