China constrói “campo de quarentena gigante” de Covid-19 para 4 mil pessoas

China constrói “campo de quarentena gigante” de Covid-19 para 4 mil pessoas

A China está correndo para construir um “campo de quarentena gigante” para mais de 4.000 pessoas, após um surto de Covid-19 neste mês que deixou dezenas de milhares de pessoas sob lockdown na ditadura comunista.

O campo está na periferia de Shijiazhuang, a capital da província de Hebei, que fica ao redor da capital do país, Pequim.

Segundo a China, o país conteve largamente a transmissão do vírus, com a maior parte da ditadura voltando às atividades normais.

Contanto, um suposto aumento súbito dos casos “alarmou” as autoridades e causou preocupação antes do Ano Novo Lunar, o festival anual mais importante do país, durante o qual centenas de milhões de pessoas viajam para encontrar seus familiares

Funcionários de Shijiazhuang, onde o surto está centralizado, começaram a testar em massa e aplicar restrições rígidas, movendo vilas inteiras para instalações de quarentena numa tentativa de frear o contágio.

O novo “campo de quarentena” vai abrigar pessoas que tiveram contato com pacientes confirmados da Covid-19, conforme as autoridades continuam a executar um programa de testagem e monitoramento de contato.

Originalmente, era planejado que abrigasse 3.000 pessoas, mas foi expandido para capacidade de 4.160. Mais de 4.000 operários trabalharam por seis dias e noites para completar a primeira fase da construção, disse o prefeito-adjunto de Shijiazhuang, Meng Xianghong, nesta terça (19).

As autoridades começaram a construção em 13 de janeiro e a primeira seção do campo foi finalizada e está pronta para uso. A construção continua para a segunda fase agora, de acordo com o canal estatal CCTV.

Cada sala pré-fabricada mede 18 metros quadradas e vem com um banheiro e um chuveiro, escrivaninhas, cadeiras, camas, Wi-Fi e um televisor, de acordo com a estatal da ditadura.

O número total de casos confirmados de Covid-19 na China territorial agora é de 88.557, enquanto a contagem de mortes oficial, ou seja, segundo a ditadura comunista, é 4.635

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